ODS 4 – Educação de Qualidade:
Alvo 4.7: Assegurar que todos os alunos adquiram conhecimentos e habilidades necessárias para promover o desenvolvimento sustentável, inclusive por meio da educação para o desenvolvimento sustentável e estilos de vida sustentáveis, direitos humanos, igualdade de gênero, promoção de uma cultura de paz e não-violência, cidadania global e valorização da diversidade cultural e da contribuição da cultura para o desenvolvimento sustentável.

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O contexto da entrevista situa-se a partir das Ciências das Religiões, como
campo científico que investiga os fenômenos religiosos e filosofias de vida. O objetivo
é dar a conhecer um pouco desta filosofia de vida que é o Satanismo. Enquanto
problema ou hipótese partimos de uma ideia geral na qual é naturalizado a
discriminação desta filosofia de vida. Esperamos poder fornecer elementos básicos ao
público em geral sobre o tema e que o conhecimento gere o respeito das diferenças.
Nosso método será a entrevista semiestruturada, como preconizada por Menga Ludke e
Marli André em “Pesquisa em Educação: Abordagens Qualitativas. Rio de Janeiro:
E.P.U., 2022.
DOI: 10.5281/zenodo.11067802

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O contexto da entrevista situa-se a partir das Ciências das Religiões, como campo científico que investiga os fenômenos religiosos e filosofias de vida. O objetivo desta entrevista é dar a conhecer um pouco da Filosofia de Vida Maçonaria. Enquanto problema ou hipótese partimos de uma ideia geral na qual este fenômeno de filosofia de vida não ocupa um lugar à margem no espectro valorativo da sociedade brasileira. Em torno da ideia de mistério e segredo, popularmente temos narrativas fantásticas que tem associado esta sociabilidade ilustrada a uma gama de adjetivos pejorativos. A hipótese com a qual enfeixamos esta série de entrevistas, e particularmente a Maçonaria, ainda pode ser situado naquilo que Pierre Bourdieu em a Economia das Trocas Simbólicas (2004d) classificou como o lugar das religiões mágicas, situadas socialmente às margens das religiões sacerdotais. Esperamos poder fornecer elementos informativos básicos desta sociabilidade para os profissionais de Educação, nomeadamente os Professores(as) do Componente Curricular Ensino Religioso. Nosso método será a entrevista semiestruturada, como preconizada por Menga Ludke e Marli André em “Pesquisa em Educação: Abordagens Qualitativas. Rio de Janeiro: E.P.U., 2022.

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Nas Constituições de Anderson, datadas de 1723, faz-se referência a “Deus, Grande Arquiteto do Universo” (p. 1), e ao “Deus do Céu, o onipotente Arquiteto do Universo” (p. 18). Mas Anderson também fala de Cristo como “Grande Arquiteto da Igreja” (pp. 24-24). No artigo primeiro das Constituições de Anderson, afirma-se “que o maçom está obrigado, por seu compromisso, a obedecer à lei moral, e se entender bem a Arte, nunca será um ateu estúpido nem um irreligioso libertino”. Sem mencionar Deus, exige-se a crença em Deus, pois os ateus são excluídos de maneira direta e explícita.

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A finitude como mistério que nos une! Oh Morte, como és maldita! Recente soubemos da morte da Confrade Dulce Isfran. Nosso contato estava se desenvolvendono âmbito das atividades da Irmandade Progressista, um movimento maçônicodevoto da liberdade, da democracia, da diversidade, do uso sustentável dopensamento racional –  escassseado em épocas de extremismo neoliberal. Pessoalmente apreciavao trabalho de divulgação feito por Dulce Isfran e outras mulheres que em muitotem nos ensinado sobre Maçonaria. As palavras andam…

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O trabalho de orientar pessoas sobre o tema maçonaria é árduo. E a concorrência com discursos mágicos, e gastos em propaganda pelos sistemas de pesquisa do Google, Meta, etc, nos deixa desanimado em prestar este serviço de utilidade pública, que no geral tem sido gratuito e por aderência a ideais democráticos.

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As publicações entre 2022 – 2024 estão situadas conceitualmente a partir das minhas pesquisas de doutorado em Ciências das Religiões na Faculdade Unida de Vitória, bem como de subvenção da bolsa de doutorado da Fundação de Amparo a Pesquisa do Espírito Santo – FAPES, agentes para os quais sempre exteriorizo meus mais sinceros agradecimentos.

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A Filosofia de Vida, enquanto repertório temático presente na Área 44 da Capes, Teologia e Ciencia(as) da(s) Religião(ões), mostra-se como fenômeno na fronteira entre o que seja o filosófico, enquanto atividade epistemológica, e o teológico, na medida em que os desafios de não só produzir uma atividade de conhecimento, mas de viver existencial baseado nestas construções geram implicações que também são comuns ao que é comumente registrado nas vivencias religiosas.

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No final do século XVIII, entre os maçons lioneses, chegam Cadernos contendo um novo ensinamento esotérico. O autor, que deseja ocultar sua identidade, se autodenomina o “Agente Desconhecido” e afirma escrever sob a inspiração do espírito da Virgem Maria. A recepção dessas escrituras reflete a inquietação da época e a busca pelo conhecimento em um período em que a ciência está se desenvolvendo.

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