A polilaminina encantou as redes. O orçamento da ciência brasileira, nem tanto
Creio que estamos vivenciando um momento raro nas variadas bolhas do WhatsApp e nas redes sociais como Facebook, Instagram, TikTok e LinkedIn, entre outras. O assunto do momento, o famoso hype, como se diz no jargão popular, é uma cientista que teria inventado algo capaz de fazer pessoas em cadeiras de rodas voltarem a andar. O tema se espalhou a ponto de chegar ao mercado da cidadezinha onde vivo, onde ouvi pessoas comentando sobre isso. Na verdade, ouvi falar pela primeira vez numa torrefação de café, daquelas que vendem grãos torrados ou moídos na hora.
Produções Acadêmicas e de Divulgação Científica em 2024
Produções Acadêmicas e de divulgação científica em 2024 Cídio Lopes de Almeida Doutorando em Ciências das Religiões Faculdade Unida de Vitória, ES, Brasil Bolsista FAPES (nov. 2023 – nov. 2024) Publicações em Jornais Jornal virtual Mindel Insite, sediado na cidade de Mindelo, Ilha de São Vicente, Cabo Verde. – ALMEIDA, Cídio Lopes de. Da Inteligência Artificial à diminuição da inteligência analógica e orgânica. 15 de out. 2024. Mindelinsite. Mindelo, Ilha de Santiago, Cabo Verde.…
De la Estética de la Recepción a una Estética de la Particiapación
O livro “De la Estética de la Recepción a una estética de la participación” do Adolfo Sánchez Vázquez analisa a evolução da estética da recepção, que coloca o receptor como um elemento ativo na criação de sentido da obra de arte. A obra discute os conceitos de “obra aberta” e “socialização da criação”, defendendo a necessidade de uma participação prática do receptor, e não apenas intelectual, na construção da obra, especialmente no contexto das novas tecnologias como jogos de videogame e realidade virtual. O livro destaca como a participação do receptor, além de ampliar o potencial criativo, contribui para a democratização da produção artística, questionando o papel do capitalismo na produção de arte banalizada e a hostilidade que esse sistema demonstra à criatividade.
1492 El encubrimiento del otro hacia el origen del mito de la modernidad
A obra de Enrique D. Dussel, um filósofo argentino, argumenta que a Modernidade, apesar de sua pretensão emancipadora, se baseia em um mito eurocêntrico que justifica a violência e a exploração. Dussel analisa como o “descobrimento” da América e a conquista do continente pelos europeus foram fundamentadas nesse mito, através do encobrimento do “outro” – os povos indígenas – e da projeção de uma “imagem e semelhança” europeia sobre eles. O autor explora diferentes aspectos da conquista, como o “descobrimento”, a “conquista espiritual” e a “colonização”, mostrando como cada etapa se justificava pelo mito da superioridade europeia e da necessidade de “civilizar” os povos considerados bárbaros. Dussel contrasta essa visão eurocêntrica com a cosmovisão de culturas indígenas como os guaranis e os astecas, evidenciando a riqueza e a complexidade de seus sistemas de conhecimento e de suas concepções de mundo. Ele propõe uma “trans-modernidade”, que supera o mito da Modernidade e busca a emancipação do “outro”, reconhecendo sua alteridade e a necessidade de construir uma nova forma de pensar e agir no mundo.
Quero ser Maçom!
Para os que acompanham o Projeto AMF3 desde seu início em 2010 já sabem que os objetivos foram se alargando. Incialmente o interesse tinha como foco a ideia de filosofia como “filosofia de vida” restrita à sociabilidade maçonaria, por ser ela justamente uma filosofia de vida presente em números expressivos por todo o Brasil.
A Escola está morta.
A escola está morta!? Prof. Me. Cídio Lopes de Almeida Citação: LOPES DE ALMEIDA, C. A escola está morta!? São Paulo: AMF3. 2010. (Coleção fragmentos) (Acessível em: http://amf3.com.br/escola-esta-morta) Esse é o título de uma obra do discípulo de Invan Ilich. Muito pertinente. Mas esqueceram de dizer que a família também está morta. Quem matou as duas? Simples, o poderoso consumo de massa.
Filosofia na Grécia Antiga
Por se tratar de um vasto campo do saber a tentativa de uma visão geral pode não ser uma boa proposta se quisermos que os participantes saíam do curso com mais capacidade de ação sobre a sua realidade subjetiva ou objetiva. Comumente esquecemos que passamos 4 anos na graduação de Filosofia ou, como matéria base de outras carreiras, de que já temos um conjunto de conhecimentos em andamento. A título de exemplo, um estudante…
Quem foram os Maçons?
Quem foram os maçons? Prof. Me. Cídio Lopes de Almeida Citação: LOPES DE ALMEIDA, C. Quem foram os maçons. São Paulo: AMF3. 2010. (Acessível em: http://amf3.com.br/quem-foram-os-macons) Ao fazer uma breve leitura da “Pequenas Biografias de Grande Maçons Brasileiros”, de Nicolas Aslan, podemos dar início a resposta proposta no título. Porém não nos consola muito se a intenção desse exercício for a tentativa de conhecer e propor ações no seio da Maçonaria nos…
Biografia de GAMA, MAÇOM.
Quem foram os maçons? Prof. Me. Cídio Lopes de Almeida (Compilação) 1830 – 21/06 GAMA, Luiz Gonzaga Pinto Nasce na Bahia. Era filho de uma escrava africana livre, D. Luísa Matheu, Mahim, Mali, Malinque ou Malê, enquanto seu pai pertencia a uma das famílias tradiocionais e ricas da Bahia. Com dez anos de idade, Luiz Gama é vendido como escravo, por seu próprio pai, que, por causa de suas dissipações, estava na mais extrema…
