O discurso religioso tem como marca discursiva aquilo que chamamos de subjetivo. Portanto, a religião faz uso da linguagem, mas a desterra daquilo que próprio dela. A saber, a linguagem é uma invenção humana que faz a mediação por excelência; que permite o humano se relacionar, mediar. Que faz a ponte entre ele e um outro.  Mas curiosamente a religião é o uso da linguagem sem o representado. Há uma representação, mas a quem…

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Conhecimentos filosóficos e outros vizinhos como os místicos defrontam de dois modos com a vida cotidiana. O primeiro é a total falta de interesse.  O segundo é a formação de um mundo sem nexo com a vida ordinária. Alias, nesse grupo pode ser posto os que aderem a uma religião que faz proselitismo. O esforço para uma terceira via encontra resistência dos dois grupos anteriores. Aos quais podemos somar ainda o mundo acadêmico em…

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Todos querem saber o que mais se procura no google. Especialmente quem vende anúncios via internet. Ter a palavra “hot” é o segrego. O que também nos permite verificar algumas malvadezas. Quando notamos expressões associadas a figurões, por exemplo Chalita é Padre ou Padre Fábio de Melo expulso da Igreja; Graça Foster marido – sinalizando curiosidades da vida privada. O google revela desse jeito o que as mentes dos navegantes andam procurando. Infelizmente a…

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A autoria do texto é da Consulesa Francesa em São Paulo Alexandra Baldeh Loras 13/01/2015  03h00 Compartilhar15 milTweetar14478 A questão acima é colocada por Alexandra Baldeh Loras, 37, francesa de origem muçulmana e judaica, que vive no Brasil há dois anos como consulesa do país em São Paulo. Como todos os cidadãos franceses, ela procura respostas para os atentados terroristas em Paris em meio ao luto. Formada em ciências políticas e estudiosa do fenômeno da…

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Caro leitor, você já notou que todos os que falam sobre Educação Básica, especialmente na grande mídia, ou ainda, os titulares das “pastas” (Secretárias de Estado, Municipal ou Federal) não são “professores das escolas em questão”? Alguém nos auxiliaria em uma lista? Gostaria de ver um professor da escola pública de São Paulo escrever um artigo na Folha de São Paulo sobre educação; “passando” alguma  mensagem sobre o que se deve fazer na escola!…

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texto publicado originalmente aqui Já havíamos feito considerações nesse mesmo sentido, porém mais curto informal aqui “Os cursos online massivos são criticados pelo caráter neocolonialista e a hegemonia do pensamento ocidental Por Thais Paiva Um computador com acesso à internet é tudo o que você precisa para participar de aulas ministradas por professores das universidades mais renomadas do planeta, como Harvard, Columbia, Princeton e Yale. Com a promessa de democratizar o acesso ao Ensino…

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Texto de autoria de CARLOS SIDNEY AVELAR ARAÚJO, dissertação. “A temática dessa pesquisa se circunscreve no rastreamento da violência simbólica percebida em seleções acadêmicas de mestrado de universidades públicas da cidade de Fortaleza, Ceará. Pela visão performativa do filósofo linguista Austin, Editais fazem o campo linguístico-discursivo que norteia a “força ilocucionária” e os “efeitos perlocucionais”. A complexa relação simbólica entre candidatos à academia e acadêmicos revela uma tensão em que está em jogo a concessão…

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Em um excelente livro, Formação de Juízo, Lex Bos traduz pedagogicamente a obra Crítica do Juízo de Imanuel Kant. Para além de uma resenha, quero discorrer dessa problemática no nosso cotidiano. E com isso considerar da utilidade da Filosofia na vida diária. Para além dos bordões dos acadêmicos, que já ganham dinheiro com filosofia sendo professores, filosofia e seu rico repertório inside em coisas banais; Como obtemos informações e como formulamos juízos. Formular juízo na…

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Visite o site livraria www.ramonllull.net/lojaweb iPhone (smartphone) tornou-se o ícone de um momento do consumo. Mesmo que nos dias de hoje se tem o correlato desse objeto de consumo ele é um símbolo de modo de vida.  Doutro lado está o livro. Papel, letras e imaginação; mas sobretudo privação. Ler é um exercício de privação na medida em que somos obrigados a nos ater nesse texto. Devemos deixar de lado as demais coisas, não…

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A matança sistemática e planejado, com fundamentação teórica, de uma etnia. Há 70 anos toda uma racionalidade técnica foi posta em cheque, afinal “depois de Auschwitz” é possível dar qual crédito para a tal da razão instrumental? Passados esse absurdo temos que tomar cuidado com dois outros. O primeiro é o de esquecer ou amenizar a absurdidade de tal feito humano. Aliás, mesmo entre jovens judeus de hoje corre-se o risco do esquecimento dessa…

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