Como a F. de São Paulo consegue jogar sujo. Na sua plena liberdade, ela consegue construir uma matéria na qual a primeira sensação é a de que Michel Temer, de ascendência libanesa, cortou as relações com o Líbano. No entanto, mais para o final do texto, vamos descobrindo que ainda há a Embaixada e a mesma fará os serviços necessários.
Por inferência, pois a matéria não toca no tema, temos que nos perguntar sobre a necessidade de uma Embaixada e de um Consulado Geral na mesma cidade Beirute. Ademais, se pelo tamanho geográfico do país qual é a necessidade efetiva de representações? Se uma em Beirute não seria suficiente ou não e quais seriam os argumentos?
O que mais nos parece é que o alvo é mesmo a grande comunidade libanesa entre nós; brasileiros como todos nós; africanos, portugueses, japoneses e vários outros. A sensação de que algo foi cortado para ser o alvo oculto ou semântico do texto. Ficamos a deriva de saber mais sobre o Líbano.
Isso é que podemos chamar de “encobrimento” do Poder.
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