Experiências com Inteligência Artificial: explorando os modelos de linguagem artificial na produção de conhecimento científico filosófico

Experiências com Inteligência Artificial: explorando os modelos de linguagem artificial na produção de conhecimento científico filosófico

Experiências com Inteligência Artificial: explorando os modelos de linguagem artificial na produção de conhecimento científico filosófico

 

Cídio Lopes de Almeida

[sem revisão por pares]

 

Resumo

O objetivo do experimento consiste em testar a capacidade dos modelos de linguagem artificial, conhecido também por Inteligência Artificial (I.A.), em construírem uma proposta com validade científica. Nosso problema consiste em considerar que se soubermos formular as orientações adequadas para o modelo de linguagem ele amplifica nossa capacidade de articulação conceitual, porém, sem esse conhecimento ele poderá produzir conteúdos falsos e sem validade. A solução para o problema consiste justamente na necessidade de conhecimento prévio do pesquisador para poder fazer uso do instrumento de I.A. A justificativa desse experimento situa-se na demanda de compreendermos esse novo recurso tecnológico que de modo variado tem se feito presente nas lides de pesquisador e professor. Não tem como nos esquecer, seja nos artigos de revistas, nos trabalhos das disciplinas ou nos conteúdos de cursos EAD, pode-se verificar algum tipo de uso da I.A. na confecção do trabalho acadêmico. Faz-se, portanto, um conhecimento de como funciona tal recurso.  A metodologia utilizada foi utilizar duas I.A., sendo a Deepseek para elaborar a proposição do artigo em si. A segunda versão de I.A. foi utilizada pela Gemini [Deep Research] para levar a pesquisa adiante. A pesquisa ainda é exploratória e no início não se pensou onde poderia chegar. Posteriormente, em apreciação crítica, notamos que a I.A., mesmo com pouca instrução, forneceu como resultado um importante repertório bibliográfico sobre o tema que foi lançado de modo o mais básico possível no início. A articulação textual, sobretudo da Gemini, deixou a desejar, ainda que ela fizesse uma espécie de relatório qualificado das fontes bibliográficas. Houve um tipo de erro indicativo desse cuidado que só o olhar do profissional pode aplainar, ao citar Teologia da Libertação e o autor Leonardo Boff, renomado teólogo, sem fazer menção alguma de qual seria a ligação com esses dois tópicos. A Deepseek, por outro lado, mesmo com pouca informação fornecida, formulou razoavelmente um panorama para ser pesquisado, confirmando o que alguns cientistas já constataram ser ela uma ótima aliada em formular problemas de pesquisa.  Para fins de pesquisa acadêmica, a conclusão é que foi um importante rascunho inicial [a partir de onde o trabalho do pesquisador poderá começar] adiantando debates bem situados sobre o tema específico, e o repertório bibliográfico mostrou-se o grande diferencial para se articular com fontes que o próprio pesquisador já detenha, sendo o ponto de maior ganho desse experimento na nossa apreciação. Por último, em outro momento é preciso fazer uma apreciação mais apurada acerca da qualidade dos argumentos articulados pela Gemini, em busca de saber se não houve paráfrases das ideias das fontes citadas, bem como, aferir qual será o impacto nas gerações de pesquisadores em formação.  

 

Palavras-chave: Inteligência Artificial (I.A.), Validade Científica, Repertório Bibliográfico, Pesquisa Acadêmica, Profissional de Filosofia.

 

1. O início

Procurou inserir algo o mais simples possível na DeepSeeker e o texto foi: “Delimite o tema, o que seja o profissional de filosofia. Construa um objetivo, um problema hipótese com uma pergunta problema, uma justificativa, o método bibliográfico e os resultados.” Como retorno foi gerado o conteúdo abaixo, que foi posteriormente fornecido a Gemini para dar sequência nas pesquisas. Fizemos alguns ajustes no texto, bem como a estrutura visual dele, para aspectos de um texto mais corrido, sem seccionamentos em pontos.

 

 O plano para desenvolver a pesquisa artigo

[Deepseek] O tema deste estudo é “O profissional de filosofia: identidade, formação e atuação no contexto brasileiro”. A pesquisa busca investigar quem pode ser considerado um filósofo profissional, analisando critérios como formação acadêmica, atuação no mercado de trabalho e contribuição para o campo filosófico. O foco é entender como a filosofia se configura como uma profissão no Brasil, considerando os desafios impostos pela interdisciplinaridade, pela popularização do discurso filosófico e pela falta de regulamentação específica da área,

O objetivo geral deste estudo é compreender a identidade e a atuação do profissional de filosofia no Brasil, analisando sua formação acadêmica, suas áreas de atuação e os desafios enfrentados no exercício da profissão. Como objetivos específicos, busca-se: a) Identificar os critérios que definem um filósofo profissional. b) Analisar a relação entre a formação acadêmica e a prática profissional da filosofia. c) Investigar como a filosofia é apropriada por outras áreas do conhecimento e pela mídia. d) Discutir os desafios da profissionalização da filosofia no contexto brasileiro.

Como problema a falta de regulamentação específica para a profissão de filósofo no Brasil e a apropriação do discurso filosófico por outras áreas levantam dúvidas sobre quem pode ser considerado um filósofo profissional. Diante disso, a pergunta-problema que orienta esta pesquisa é:   “Quais critérios definem o profissional de filosofia no Brasil, e como sua identidade e atuação são impactadas pela interdisciplinaridade e pela popularização do discurso filosófico?” A hipótese central é que o profissional de filosofia no Brasil é definido principalmente por sua formação acadêmica e por sua contribuição para o campo filosófico, mas sua identidade e atuação são constantemente desafiadas pela apropriação do discurso filosófico por outras áreas e pela falta de reconhecimento social da profissão.

Justifica-se que a filosofia, enquanto campo do conhecimento, desempenha um papel fundamental na reflexão crítica sobre a realidade e na formação de cidadãos conscientes. No entanto, no Brasil, a identidade e a atuação do filósofo profissional são frequentemente questionadas, seja pela falta de regulamentação específica da profissão, seja pela apropriação do discurso filosófico por outras áreas e pela mídia. Essa situação gera uma série de desafios para os profissionais da área, desde a dificuldade de inserção no mercado de trabalho até a desvalorização de sua expertise.  Esta pesquisa justifica-se pela necessidade de compreender melhor a identidade e a atuação do filósofo profissional no Brasil, contribuindo para o debate sobre a profissionalização da filosofia e para a valorização do campo filosófico. Além disso, o estudo busca oferecer subsídios para políticas públicas e ações institucionais que promovam o reconhecimento e a regulamentação da profissão de filósofo.

O método utilizado nesta pesquisa é o bibliográfico, baseado na análise de fontes secundárias, como artigos acadêmicos, livros, teses e dissertações que abordam a formação, a identidade e a atuação do filósofo profissional no Brasil. A pesquisa será dividida em três etapas:  Revisão da literatura: Levantamento e análise de fontes que discutem a história da filosofia no Brasil, a formação acadêmica em filosofia e os desafios da profissionalização.  Análise crítica: Discussão dos critérios que definem o filósofo profissional, com base nas fontes selecionadas. Síntese e conclusão: Elaboração de uma reflexão crítica sobre os resultados encontrados, propondo possíveis caminhos para a valorização da profissão de filósofo no Brasil.

Espera-se como resultado identificar os critérios que definem o filósofo profissional, destacando a importância da formação acadêmica e da contribuição para o campo filosófico.  Analisar os desafios enfrentados pelos filósofos no Brasil, incluindo a apropriação do discurso filosófico por outras áreas e a falta de reconhecimento social da profissão.  Propor ações para a valorização da profissão de filósofo, como a regulamentação da área e a promoção de políticas públicas que incentivem a inserção dos filósofos no mercado de trabalho. Esses resultados contribuirão para um entendimento mais claro da identidade e da atuação do filósofo profissional no Brasil, além de fomentar o debate sobre a importância da filosofia como campo do conhecimento e como profissão.

Estrutura do Trabalho: 1. Introdução: Apresentação do tema, problema, objetivos e justificativa.  2. Revisão Bibliográfica: Discussão sobre a formação acadêmica em filosofia no Brasil; Análise dos critérios que definem o filósofo profissional; Investigação dos desafios da profissionalização da filosofia.  3. Metodologia: Descrição do método bibliográfico utilizado. 4. Análise e Discussão: Reflexão crítica sobre os resultados encontrados na revisão bibliográfica. 5. Conclusão: Síntese dos resultados e proposição de ações para a valorização da profissão de filósofo.  Esta estrutura permitirá uma abordagem sistemática e aprofundada do tema, contribuindo para o avanço do conhecimento sobre a identidade e a atuação do filósofo profissional no Brasil.

Feito o roteiro acima, o mesmo foi fornecido a I.A. Gemini [Deep Research]:

 

A Identidade, Formação e Atuação do Profissional de Filosofia no Contexto Brasileiro

 

1. Introdução: A Profissão de Filósofo no Brasil

A filosofia, desde sua introdução no Brasil durante o período colonial, tem desempenhado um papel multifacetado na sociedade, inicialmente ligada às ordens religiosas 1. Compreender a trajetória e as nuances da profissão de filósofo no cenário brasileiro contemporâneo exige uma análise aprofundada de sua história, formação acadêmica e as diversas formas de atuação profissional. A questão central que permeia esta investigação reside na definição da identidade do filósofo profissional no Brasil, considerando a complexa interação entre sua formação, as atividades que desempenha no mercado de trabalho e suas contribuições para o próprio campo filosófico.

A chegada da filosofia ao Brasil, intrinsecamente ligada à colonização portuguesa e ao trabalho dos jesuítas, estabeleceu as bases para o ensino filosófico no país 1. Inicialmente, o foco estava em uma filosofia de cunho tomista, influenciada pela escolástica portuguesa e pelo Concílio de Trento 2. Essa conexão primordial com as instituições religiosas moldou o currículo e o enfoque da filosofia nas primeiras fases de seu desenvolvimento no Brasil, o que pode ter reverberado em sua trajetória posterior e na forma como é percebida pela sociedade. A própria existência da filosofia como disciplina no Brasil tem sido marcada por uma ambiguidade, ora celebrada, ora considerada desnecessária, uma dualidade que persiste até os dias atuais 1. Essa oscilação na valorização da filosofia ao longo da história brasileira sugere uma possível ausência de uma tradição filosófica profundamente enraizada na cultura popular, o que, por sua vez, pode dificultar o processo de profissionalização em comparação com áreas que possuem uma proposição de valor social mais clara.

 

2. A Trajetória Histórica da Filosofia no Brasil e sua Institucionalização

A história da filosofia no Brasil se inicia no século XVI com a chegada dos portugueses, sendo a educação jesuítica o principal veículo de introdução do pensamento filosófico no país 1. Durante o período colonial, o ensino da filosofia estava fortemente atrelado à Ratio Studiorum, o método pedagógico da Companhia de Jesus, com ênfase no estudo do aristotelismo 3. Ao longo dos séculos, o cenário filosófico brasileiro passou por transformações significativas, acompanhando as mudanças políticas e sociais do país 2. No Brasil Imperial, o século XIX testemunhou o surgimento de novas correntes de pensamento, como o Ecletismo e o Positivismo, que buscaram responder às questões de liberdade e consciência da época 2. Figuras como Eduardo Ferreira França e Miguel Lemos foram importantes representantes dessas correntes. Já no período republicano, o século XX viu o florescimento do Culturalismo, com Farias Brito como um de seus principais expoentes, e o surgimento da Teologia da Libertação 2.

Um marco crucial na história da filosofia no Brasil foi a institucionalização do ensino superior no país, especialmente com a criação das universidades na década de 1930 1. A fundação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (USP) em 1934 representou um ponto de inflexão, marcando o início da consolidação da filosofia como disciplina acadêmica no Brasil 1. Esse desenvolvimento institucional transformou a filosofia, de uma atividade mais ligada a contextos religiosos ou a interesses individuais, em um campo estruturado dentro do sistema universitário. A criação de departamentos universitários proporcionou um ambiente formal para a educação e a pesquisa filosófica, levando ao desenvolvimento de currículos especializados, à formação de filósofos profissionais e à criação de periódicos acadêmicos, elementos essenciais para a profissionalização da área. A filosofia no Brasil desenvolveu-se, portanto, dentro de limites institucionais, inicialmente sob os auspícios da Igreja e do Estado como matéria de ensino, e posteriormente no âmbito do sistema universitário 1. Apesar das influências de correntes filosóficas europeias, como o Positivismo e o Ecletismo 2, houve e continua a haver um esforço para definir uma identidade filosófica nacional, refletindo as particularidades do contexto histórico e cultural brasileiro 2. O debate sobre a “brasilidade” da filosofia no Brasil 2 demonstra uma busca contínua por um pensamento filosófico que vá além da mera importação de ideias, desenvolvendo perspectivas relevantes para as realidades sociais, políticas e culturais específicas do país.

 

3. Formação Acadêmica em Filosofia no Brasil: Currículos e Instituições

A formação acadêmica em filosofia no Brasil ocorre principalmente em cursos de graduação (bacharelado e licenciatura) e pós-graduação (mestrado e doutorado) oferecidos por diversas universidades e centros de pesquisa 5. A estrutura curricular dos cursos de filosofia nas universidades brasileiras tende a ser abrangente, visando fornecer uma base sólida nos diversos períodos da história da filosofia e nas diferentes áreas do conhecimento filosófico7. A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por exemplo, oferece uma estrutura curricular detalhada para seus cursos de bacharelado e licenciatura em filosofia, incluindo disciplinas obrigatórias e complementares que cobrem desde a filosofia antiga até a contemporânea, além de oferecer informações sobre pesquisa e extensão 7. Essa abrangência curricular sugere que a formação acadêmica formal no Brasil busca ser rigorosa e multifacetada, preparando os estudantes para a atuação profissional em diferentes áreas.

Ao longo do tempo, os currículos de filosofia no Brasil passaram por evoluções e adaptações, impulsionadas tanto por exigências legais quanto pela crescente demanda de um corpo discente mais diverso8. A necessidade de incorporar o pensamento africano e afro-diaspórico, bem como perspectivas indígenas, nos currículos de filosofia 8, reflete um movimento em direção à descolonização do conhecimento e ao reconhecimento de vozes historicamente marginalizadas dentro do campo. Essa tendência indica um esforço contínuo para tornar a educação filosófica mais inclusiva e relevante para a sociedade brasileira contemporânea. Dentre as principais universidades e centros de pesquisa que se destacam no ensino e na pesquisa em filosofia no Brasil, podem ser mencionadas instituições como a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) 9.

 

4. Quem é o Filósofo Profissional no Brasil? Critérios de Identificação

A definição de “filósofo profissional” no contexto brasileiro envolve um debate conceitual que considera diferentes perspectivas 14. Uma visão comum associa o filósofo profissional àqueles que dedicam suas vidas ao estudo, ensino e discussão da filosofia no âmbito das universidades 15. No entanto, a identificação de um filósofo profissional no Brasil pode ser mais complexa, abrangendo critérios como formação acadêmica, atuação profissional e produção intelectual. A formação acadêmica, com a obtenção de diplomas de graduação e pós-graduação em filosofia, é frequentemente considerada um critério fundamental. A atuação profissional abrange diversas atividades, incluindo o ensino em diferentes níveis educacionais, a pesquisa acadêmica e independente, a consultoria em áreas como ética e política, e a produção de conteúdo filosófico em livros, artigos e outras mídias.

Apesar da existência de filósofos atuando em diversas áreas, o Brasil ainda carece de uma regulamentação específica para a profissão 16. Essa ausência de regulamentação pode acarretar uma falta de padrões profissionais claros e potencialmente contribuir para a desvalorização da área. A definição tradicional de filósofo profissional, centrada na atuação acadêmica 15, pode não contemplar indivíduos que se engajam profundamente com o pensamento filosófico fora das instituições de ensino formal, como pesquisadores independentes ou aqueles que aplicam a filosofia em contextos práticos. A ausência de um órgão regulador ou de critérios profissionais estabelecidos pode dificultar a garantia de qualidade e o reconhecimento do trabalho filosófico no Brasil, além de impactar os esforços para defender a importância da profissão na sociedade.

 

5. Atuação Profissional da Filosofia no Mercado de Trabalho Brasileiro

O mercado de trabalho para os profissionais de filosofia no Brasil apresenta um panorama diversificado, com oportunidades que vão além da tradicional atuação acadêmica 17. O ensino de filosofia em níveis básico e superior continua sendo uma das principais áreas de atuação18. Para lecionar no ensino médio, a licenciatura em filosofia é geralmente requerida, enquanto o ensino superior frequentemente demanda pós-graduação, como mestrado e doutorado18. A pesquisa acadêmica, tanto em universidades quanto em instituições não acadêmicas, também representa uma importante via profissional para os filósofos 19.

Além do ensino e da pesquisa, filósofos podem atuar em áreas como consultoria para empresas, governos e organizações não governamentais, aplicando seus conhecimentos em ética, lógica e teoria política 17. Outras possibilidades incluem a crítica de arte e literatura, a análise do comportamento em órgãos de imprensa, a produção e edição de textos filosóficos e a atuação como palestrantes 17. O mercado de trabalho para graduados em filosofia tem se mostrado promissor, com uma tendência de valorização da área impulsionada por diversas tendências, como a integração da filosofia com a tecnologia e a crescente demanda por profissionais com habilidades em análise crítica e resolução de dilemas éticos em campos como a medicina e o direito 17. A necessidade de humanização em áreas como a medicina e o direito 17 abre espaço para a contribuição dos filósofos com sua expertise em ética e na compreensão da condição humana. Empresas também estão cada vez mais focadas em Responsabilidade Social Corporativa, criando oportunidades para filósofos atuarem como conselheiros, consultores ou palestrantes no mundo corporativo 17. Apesar das diversas oportunidades, o mercado de trabalho para filósofos pode ser competitivo, especialmente em posições acadêmicas. A busca por caminhos profissionais além da academia tradicional torna-se, portanto, essencial para muitos graduados em filosofia 17.

 

6. A Filosofia e suas Interfaces: Apropriações em Outras Áreas do Conhecimento e na Mídia

A filosofia estabelece relações profundas e duradouras com diversas outras áreas do conhecimento, fornecendo estruturas conceituais e perspectivas críticas que moldam seu desenvolvimento e prática20. Na pedagogia, a filosofia da educação representa uma das formas mais antigas de investigação interdisciplinar, buscando fundamentos teóricos e fins para a prática educativa 22. A psicologia, embora tenha se estabelecido como campo autônomo, possui raízes históricas e epistemológicas na filosofia, com a qual mantém uma constante interação no estudo da mente e do comportamento humano23. No direito, a filosofia do direito desempenha um papel crucial na formação de profissionais com uma compreensão mais ampla dos fundamentos teóricos e éticos das leis e da justiça20. A neurociência e a filosofia convergem no debate sobre a consciência, cada uma contribuindo com métodos e perspectivas distintas para a compreensão desse fenômeno complexo 24.

A filosofia também marca presença na mídia, tanto como objeto de divulgação e debate público quanto como ferramenta de análise e formação de opinião. A mídia tem sido utilizada como recurso no ensino de filosofia48. O fenômeno dos “filósofos pop”, como Mario Sergio Cortella, Leandro Karnal e Luiz Felipe Pondé, demonstra um crescente interesse do público brasileiro por discussões filosóficas, ainda que apresentadas em linguagem acessível 52. Essa popularização da filosofia levanta questões sobre a profundidade e a precisão dos conceitos filosóficos veiculados na mídia e seu impacto na percepção dos filósofos profissionais engajados em pesquisas acadêmicas mais rigorosas. A apropriação da filosofia por outras áreas e pela mídia pode gerar uma preocupação quanto à diluição da especificidade da disciplina57. A classificação da filosofia como “estudos e práticas” no Novo Ensino Médio57 e a possibilidade de sua inserção diluída em outras disciplinas suscitam receios sobre a perda de conhecimento filosófico especializado e a profundidade do engajamento com os conceitos filosóficos.

 

7. Desafios e Perspectivas para a Profissionalização da Filosofia no Brasil

A profissionalização da filosofia no Brasil enfrenta diversos desafios, a começar pela ausência de uma regulamentação específica da profissão16. Diferentemente de profissões como a medicina ou o direito, não existem critérios legalmente definidos para quem pode ser considerado filósofo profissional ou quais padrões de prática devem ser seguidos. Essa falta de regulamentação pode dificultar a defesa dos interesses dos filósofos e a promoção do valor de seu trabalho. A área também sofre com a desvalorização, muitas vezes percebida como impraticável ou sem valor econômico direto69. Essa percepção, aliada a estereótipos que podem retratar os filósofos como indivíduos alheios à realidade 70, contribui para a falta de reconhecimento e apoio à profissão na sociedade brasileira, dificultando a obtenção de recursos para pesquisa e posições acadêmicas.

A percepção pública da profissão de filósofo é frequentemente marcada por estereótipos e concepções equivocadas 70. A imagem do filósofo na cultura popular pode variar desde o pensador contemplativo e distante até o intelectual engajado em debates complexos. Superar esses estereótipos e demonstrar a relevância da filosofia para a sociedade contemporânea é um desafio constante para a área. Apesar dos desafios, existem perspectivas promissoras para a valorização da filosofia no Brasil. A busca por uma regulamentação profissional poderia estabelecer padrões e reconhecimento para a área 65. A defesa de políticas públicas que apoiem a educação e a pesquisa filosófica, bem como iniciativas de divulgação e reconhecimento social da importância da filosofia, são caminhos importantes a serem trilhados.

 

8. Análise e Discussão dos Resultados da Revisão Bibliográfica

A revisão bibliográfica realizada revela um cenário complexo e em constante evolução para a filosofia no Brasil. A história da filosofia no país está intrinsecamente ligada à sua institucionalização no ensino superior, e sua relação com outras disciplinas é multifacetada, demonstrando a influência do pensamento filosófico em diversos campos do conhecimento. No entanto, a profissão de filósofo enfrenta desafios persistentes relacionados à falta de regulamentação, à desvalorização social e à percepção pública da área.

As fontes pesquisadas apontam para uma convergência na identificação da formação acadêmica e da atuação no ensino e na pesquisa como critérios importantes para definir o filósofo profissional. Contudo, há uma divergência quanto à necessidade e aos impactos da apropriação da filosofia por outras áreas e pela mídia, com alguns autores expressando preocupações sobre a possível diluição da especificidade da disciplina. A análise crítica dos resultados da revisão bibliográfica, à luz do problema de pesquisa, reforça a necessidade de uma discussão mais aprofundada sobre a identidade do filósofo profissional no Brasil, considerando tanto os critérios tradicionais quanto as novas formas de atuação e os desafios contemporâneos.

 

9. Conclusão: Caminhos para a Valorização da Filosofia no Brasil

A presente pesquisa buscou elaborar um relatório detalhado sobre a identidade, formação e atuação do profissional de filosofia no contexto brasileiro, com base em uma revisão bibliográfica abrangente. Os principais achados da pesquisa indicam que a filosofia possui uma história rica e complexa no Brasil, marcada por sua institucionalização no ensino superior e por suas interfaces com diversas outras áreas do conhecimento. No entanto, a profissão de filósofo enfrenta desafios significativos relacionados à falta de regulamentação, à desvalorização social e a percepções públicas nem sempre precisas.

Para a valorização da profissão de filósofo no Brasil, propõem-se as seguintes ações:

·   Regulamentação da profissão: Buscar a regulamentação da profissão de filósofo no Brasil, estabelecendo critérios claros para o exercício da atividade profissional e garantindo o reconhecimento legal da área.

·   Promoção de políticas públicas: Defender a implementação de políticas públicas que incentivem o ensino da filosofia em todos os níveis educacionais, bem como o financiamento de pesquisas filosóficas e a criação de oportunidades de trabalho para filósofos em diferentes setores da sociedade.

·   Iniciativas de divulgação e reconhecimento social: Desenvolver e apoiar iniciativas que visem divulgar a importância da filosofia para a sociedade, desmistificar estereótipos e promover o reconhecimento social do valor do trabalho filosófico.

A adoção dessas medidas pode contribuir para fortalecer a profissão de filósofo no Brasil, garantindo seu espaço e sua relevância no cenário intelectual e social do país.


Período

Eventos Chave

Correntes Filosóficas Principais

Figuras Notáveis

Brasil Colonial

Chegada dos portugueses; atuação dos jesuítas; Ratio Studiorum

Tomismo, Empirismo Mitigado

Manoel da Nóbrega, Marquês de Pombal, Silvestre Pinheiro Ferreira

Brasil Imperial

Questões de liberdade e consciência; Abolição da escravidão; Proclamação da República

Ecletismo, Positivismo, Escola de Recife

Eduardo Ferreira França, Miguel Lemos, Tobias Barreto, Silvio Romero

Brasil República

Desenvolvimento universitário; Ditadura Militar; Redemocratização

Culturalismo, Teologia da Libertação

Farias Brito, Leonardo Boff

 

Trabalhos citados

1. 32reuniao.anped.org.br, acesso a março 22, 2025, http://32reuniao.anped.org.br/arquivos/trabalhos/GT17-5707–Int.pdf

2. PANORAMA HISTÓRICO DA FILOSOFIA NO BRASIL: DA CHEGADA DOS JESUÍTAS AO LUGAR DA FILOSOFIA NA ATUALIDADE, acesso a março 22, 2025, https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/searafilosofica/article/view/7749/5974

3. A IDEIA DE FILOSOFIA NO BRASIL – Universidade de Coimbra, acesso a março 22, 2025, https://www.uc.pt/fluc/dfci/publicacoes/a_ideia_de_filosofia_no_brasil

4. Filosofia Brasileira – Brasil Escola – YouTube, acesso a março 22, 2025, https://www.youtube.com/watch?v=SQY5Z31wKn8

5. Curso de Filosofia – Bacharelado EaD | Graduação – Universidade Católica de Brasília, acesso a março 22, 2025, https://ucb.catolica.edu.br/cursos/ead/filosofia-bacharelado

6. Filosofia – O que é, Faculdade, Duração e Preço – Quero Bolsa, acesso a março 22, 2025, https://querobolsa.com.br/cursos-e-faculdades/filosofia

7. Estrutura Curricular – Filosofia – UFSM, acesso a março 22, 2025, https://www.ufsm.br/cursos/graduacao/santa-maria/filosofia/informacoes-do-curriculo

8. Alguns dados para pensar currículo e excelência na área de filosofia: por uma filosofia pluriversal | ANPOF, acesso a março 22, 2025, https://anpof.org.br/forum/curriculo-e-excelencia-na-area-de-filosofia/alguns-dados-para-pensar-curriculo-e-excelencia-na-area-de-filosofia-por-uma-filosofia-pluriversal

9. www.google.com, acesso a março 22, 2025, https://www.google.com/search?q=melhores+universidades+filosofia+Brasil

10.  Excelência nas humanas : Revista Pesquisa Fapesp, acesso a março 22, 2025, https://revistapesquisa.fapesp.br/excel%C3%AAncia-nas-humanas/

11.  Filosofia – Ranking de Cursos – Ranking Universitário Folha – 2018 – UOL, acesso a março 22, 2025, https://ruf.folha.uol.com.br/2018/ranking-de-cursos/filosofia/

12.  Filosofia entre as melhores universidades do mundo em áreas individuais – fil.puc-rio.br, acesso a março 22, 2025, http://www.fil.puc-rio.br/filosofia-entre-as-melhores-universidades-do-mundo-em-areas-individuais/

13.  As 50 melhores faculdades de Filosofia, segundo o MEC, acesso a março 22, 2025, https://querobolsa.com.br/revista/as-50-melhores-faculdades-de-filosofia-segundo-o-mec

14.  A filosofia e seu ensino: reflexões a partir da perspectiva Merleau-Pontyana sobre filosofia e história da filosofia – SciELO, acesso a março 22, 2025, https://www.scielo.br/j/kr/a/tSYh3sh9bvwgvmxHwHkFCfz/

15.  O que é Filosofia? – Laboratório Interdisciplinar de Ensino de …, acesso a março 22, 2025, https://lefis.ufsc.br/o-que-e-filosofia/

16.  desafios na tessitura do filosofar: a prática da docência no ensino médio – SciELO, acesso a março 22, 2025, https://www.scielo.br/j/edur/a/SjXMGjLSsjxgzvHGK7vCtcm/

17.  Filosofia: conheça o mercado de trabalho e áreas de atuação, acesso a março 22, 2025, https://www.unicesumar.edu.br/blog/filosofia-mercado/

18.  Como é o mercado de trabalho para um profissional de Filosofia …, acesso a março 22, 2025, https://blog.mackenzie.br/vestibular/guia-de-profissoes/como-e-o-mercado-de-trabalho-para-um-profissional-de-filosofia/

19.  Áreas de atuação | Filosofia, acesso a março 22, 2025, https://filosofia.ufes.br/pt-br/%C3%A1reas-de-atua%C3%A7%C3%A3o

20.  periodicos.fgv.br, acesso a março 22, 2025, https://periodicos.fgv.br/rcp/article/download/59641/57990

21.  Médico ingressa no curso de Filosofia para entender melhor a condição humana – Uninter, acesso a março 22, 2025, https://www.uninter.com/noticias/medico-ingressa-no-curso-de-filosofia-para-entender-melhor-a-condicao-humana

22.  www.scielo.br, acesso a março 22, 2025, https://www.scielo.br/j/ep/a/4kjV7zLVCYjRwvZ4kqm7NkB/?format=pdf&lang=pt

23.  periodicos.ufmg.br, acesso a março 22, 2025, https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistacontextura/article/download/14892/16733/55660

24.  sigarra.up.pt, acesso a março 22, 2025, https://sigarra.up.pt/fcup/pt/pub_geral.show_file?pi_doc_id=447305

25.  A relação entre filosofia e educação: aportes teóricos e orientações metodológicas para a pedagogia, acesso a março 22, 2025, https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rfe/article/download/8668592/30062/132877

26.  FilosoFia da Educação no Brasil: concEpçõEs, impassEs E dEsaFios para a sua constituição como campo dE pEsquisa E o sEu En, acesso a março 22, 2025, http://educa.fcc.org.br/pdf/educfil/v28n56/v28n56a14.pdf

27.  A FILOSOFIA EM CURSOS DE PEDAGOGIA NO BRASIL THE PHILOSPHY IN PEDAGOGY COURSES IN BRAZIL – Periódicos UFPB, acesso a março 22, 2025, https://periodicos.ufpb.br/index.php/educare/article/download/46544/27819/120804

28.  Filosofia da Educação no Brasil: uma particular experiência do pensar na educação? – Dialnet, acesso a março 22, 2025, https://dialnet.unirioja.es/descarga/articulo/6195258.pdf

29.  (PDF) QUAL A RELAÇÃO ENTRE FILOSOFIA E EDUCAÇÃO? – ResearchGate, acesso a março 22, 2025, https://www.researchgate.net/publication/370780027_QUAL_A_RELACAO_ENTRE_FILOSOFIA_E_EDUCACAO

30.  A relação entre a filosofia e a educação: aportes teóricos e contribuições metodológicas para a pedagogia – Portal de Periódicos Eletrônicos Científicos, acesso a março 22, 2025, https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rfe/article/view/8668592

31.  A psicologia segundo a epistemologia pluralizada Psychology according to the pluralized epistemology – Perspectivas em Análise do Comportamento, acesso a março 22, 2025, https://revistaperspectivas.org/perspectivas/article/download/933/457/2415

32.  Psicologia filosófica no século XIX: faculdades da alma e relações entre inteligência, sensibilidade e vontade – SciELO, acesso a março 22, 2025, https://www.scielo.br/j/prc/a/d9nkxRHxXpBhfzWL9RcVNdb/

33.  Fenomenologia e Psicologia no Brasil: aspectos históricos – SciELO, acesso a março 22, 2025, https://www.scielo.br/j/estpsi/a/fWx9mB4D9SBrFsDh74sFbKj/

34.  “Psicologia Fenomenológica” de Husserl – a (In)compreensão de Psicólogos Brasileiros: Um Estudo Empírico – Pepsic, acesso a março 22, 2025, https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1808-42812020120000005

35.  USOS DE FOUCAULT NOS ESTUDOS DE PSICOLOGIA NO BRASIL – Redalyc, acesso a março 22, 2025, https://www.redalyc.org/journal/3093/309350113027/html/

36.  Vista do A importância da Filosofia na formação do Psicólogo, acesso a março 22, 2025, https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistacontextura/article/view/14892/16733

37.  Entenda a importância de estudar a filosofia do direito – Minha Biblioteca, acesso a março 22, 2025, https://minhabiblioteca.com.br/blog/recomendacoes-de-leitura/entenda-a-importancia-de-estudar-a-filosofia-do-direito/

38.  Filosofia do Direito – Enfam, acesso a março 22, 2025, https://www.enfam.jus.br/wp-content/uploads/2014/04/Filosofia-do-direito_site.pdf

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42.  Sincretismo, apropriação cultural e direito: onde se tocam? – Conjur, acesso a março 22, 2025, https://www.conjur.com.br/2024-fev-23/sincretismo-apropriacao-cultural-e-direito-onde-se-tocam/

43.  Estudo teórico sobre percepção na filosofia e nas neurociências – Pepsic, acesso a março 22, 2025, https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2075-94792013000200005

44.  NEUROCIÊNCIA E EDUCAÇÃO – Portal da Indústria, acesso a março 22, 2025, https://static.portaldaindustria.com.br/media/filer_public/24/33/24331119-5631-42c0-b141-9821064c820c/neurociencia_e_educacao_2022.pdf

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46.  Husserl e Damásio: conexões entre a Neurociência e a Fenomenologia | PENSANDO – REVISTA DE FILOSOFIA – UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ, acesso a março 22, 2025, https://periodicos.ufpi.br/index.php/pensando/article/view/4716

47.  Neurociências: nós somos nossos cérebros? | Francisco Ortega – YouTube, acesso a março 22, 2025, https://m.youtube.com/watch?v=Hr4eSBi4LjI&pp=ygUKI2PDqXJlYnJvcw%3D%3D

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49.  Vista do O ensino de filosofia no nível médio: tecnologias digitais e práticas pedagógicas inovadoras, acesso a março 22, 2025, https://periodicos.ufsm.br/refilo/article/view/43776/html

50.  O Ensino da Filosofia na atual cultura midiática a partir de John B. Thompson – Revistas Eletrônicas da UFPI, acesso a março 22, 2025, https://revistas.ufpi.br/index.php/cadernosNefi/article/download/10031/5803

51.  A UTILIZAÇÃO DAS MÍDIAS NAS AULAS DE FILOSOFIA NO ENSINO MÉDIO – Repositório Institucional da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (RIUT), acesso a março 22, 2025, https://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/bitstream/1/20943/3/MD_EDUMTE_VI_2012_12.pdf

52.  Roda Viva | Mario Sergio Cortella, Leandro Karnal e Luiz Felipe Pondé | 16/12/2019, acesso a março 22, 2025, https://www.youtube.com/watch?v=8y3Q_PnhQYo

53.  Karnal e Cortella: reflexões em tempos de coronavírus – VEJA – Assine Abril, acesso a março 22, 2025, https://veja.abril.com.br/saude/karnal-e-cortella-reflexoes-em-tempos-de-coronavirus

54.  E se Pondé fosse filósofo? – Outras Palavras, acesso a março 22, 2025, https://outraspalavras.net/poeticas/e-se-felipe-ponde-fosse-filosofo/

55.  18 grandes filósofos brasileiros – Brasil Escola – UOL, acesso a março 22, 2025, https://brasilescola.uol.com.br/filosofia/18-grandes-filosofos-brasileiros.htm

56.  Cortella, Karnal e Pondé: o tempo dos filósofos pop | VEJA, acesso a março 22, 2025, https://veja.abril.com.br/cultura/cortella-karnal-ponde-filosofos-pop

57.  www3.ufrb.edu.br, acesso a março 22, 2025, https://www3.ufrb.edu.br/index.php/griot/article/download/3462/1910/12233

58.  Ética e pesquisa em Educação: subsídios – ANPEd, acesso a março 22, 2025, https://anped.org.br/wp-content/uploads/2024/05/3Etica-e-Pesquisa-em-Educacao_Volume-3_2023-1.pdf

59.  PARADIGMAS DA FILOSOFIA E TEORIAS EDUCACIONAIS: – Periódicos Científicos da UFRGS, acesso a março 22, 2025, https://seer.ufrgs.br/index.php/educacaoerealidade/article/download/22999/13273/84891

60.  O ensino da filosofia no Brasil: um mapa das … – SciELO Brasil, acesso a março 22, 2025, https://www.scielo.br/j/ccedes/a/cjCfPXS6th5jS3Gcgqb3m3j/

61.  A formação psicanalítica: especificidade e transformações – Pepsic, acesso a março 22, 2025, https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-58352018000200004

62.  A ESPECIFICIDADE DA FILOSOFIA REQUER UM ENSINO ESPECÍFICO – Realize Editora, acesso a março 22, 2025, https://editorarealize.com.br/editora/anais/enid/2015/TRABALHO_EV043_MD1_SA3_ID599_30062015075702.pdf

63.  A formação psicanalítica: especificidade e transformações – Pepsic, acesso a março 22, 2025, https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?pid=S0103-58352018000200004&script=sci_arttext

64.  A ESPECIFICIDADE DA FILOSOFIA REQUER UM ENSINO ESPECÍFICO – Realize Editora, acesso a março 22, 2025, https://editorarealize.com.br/artigo/visualizar/11506

65.  Projeto regulamenta profissão de filósofo – Notícias – Portal da Câmara dos Deputados, acesso a março 22, 2025, https://www.camara.leg.br/noticias/227811-projeto-regulamenta-profissao-de-filosofo/

66.  DESCRIÇÃO DA SITUAÇÃO DA ÁREA, PADRÕES DE QUALIDADE E ROTEIRO DE AVALIAÇÃO PARA FINS DE AUTORIZAÇÃO DE PROJETOS DE C – MEC – Ministério da Educação, acesso a março 22, 2025, http://portal.mec.gov.br/sesu/arquivos/pdf/Fil.pdf

67.  Filósofo: Uma Profissão Milenar – UNIBALSAS, acesso a março 22, 2025, https://unibalsas.edu.br/filosofo-uma-profissao-milenar/

68.  Regulamentação da profissão de Filósofo tramita na Câmara – SINAIT, acesso a março 22, 2025, https://www.sinait.org.br/noticia/4787/regulamentacao-da-profissao-de-filosofo-tramita-na-camara

69.  Algumas reflexões sobre o trabalho filosófico no Brasil | ANPOF, acesso a março 22, 2025, https://anpof.org.br/comunicacoes/coluna-anpof/-algumas-reflexoes-sobre-o-trabalho-filosofico-no-brasil

70.  A força dos estereótipos : Revista Pesquisa Fapesp, acesso a março 22, 2025, https://revistapesquisa.fapesp.br/a-forca-dos-estereotipos/

71.  Cultura brasileira: hábitos, costumes, influências – Brasil Escola, acesso a março 22, 2025, https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/cultura-brasileira.htm

72.  Cultura popular: o que é, exemplos, brasileira – Brasil Escola, acesso a março 22, 2025, https://brasilescola.uol.com.br/cultura/cultura-popular.htm

73.  Arte e Cultura Popular, acesso a março 22, 2025, http://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/201802/INTERATIVAS_2_0/ARTE_E_CULTURA_POPULAR/U1/LIVRO_UNICO.pdf

74.  O que é filosofia pop? – Itaú Cultural, acesso a março 22, 2025, https://www.itaucultural.org.br/secoes/colunistas/o-que-e-filosofia-pop

75.  Preconceitos sobre a filosofia analítica – Problemas Filosóficos, acesso a março 22, 2025, http://problemasfilosoficos.blogspot.com/2009/05/preconceitos-sobre-filosofia-analitica.html

76.  Estereótipos, preconceitos e discriminação: perspectivas teóricas e metodológicas – Repositório Institucional da UFBA, acesso a março 22, 2025, https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/32112/1/Estere%C3%B3tipos%2C%20preconceitos%20e%20discrimina%C3%A7%C3%A3o%20RI.pdf

77.  Protegendo os alunos da ameaça do estereótipo – Journal of Adventist Education, acesso a março 22, 2025, https://www.journalofadventisteducation.org/pt/2018.5.5

 

 

 

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